E-commerce

3 principais tendências no comércio eletrônico para 2016

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Aumento da mão de obra disponível, crescimento do mobile commerce e uso de métricas qualificadas são as expectativas do CEO da eNext para este ano

Segundo previsão divulgada recentemente pela ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), o e-commerce no Brasil deve crescer 18% este ano em relação a 2015 e faturar R$ 58,6 bilhões. Apesar do ano passado ter sido delicado nos cenários econômico e político, a eNext, empresa especialista em criação e implementação de projetos para o comércio eletrônico, acredita que a previsão é animadora e que o e-commerce continua sendo um mercado extremamente atrativo.

“O ano de 2015 foi desafiador para diversos setores da economia. No entanto, observamos cada vez mais que os mercados digitais continuam em ascenção e, assim como cresceram no ano passado, têm tudo para continuar em expansão”, defende Gabriel Lima, CEO da eNext. “O e-commerce brasileiro deve atingir recordes de faturamento este ano e nos consolidar ainda mais como líder entre os mercados emergentes.”, explica.

Para o executivo, o comércio eletrônico brasileiro será impactado por três fortes tendências em 2016. A primeira delas é o aumento da mão de obra disponível, impulsionado principalmente pelas demissões. “Com muitos negócios fechando ou fazendo cortes, só os melhores profissionais ficarão, o que pressionará para baixo salários inflacionados e aumentará a competitividade do setor”, afirma.

Outra expectativa de Lima para 2016 é o mobile commerce, expressão comentada no mercado há anos, porém, pouco praticada no Brasil. “Ele vai ganhar cada vez mais peso, e assim como o e-commerce tirou vendas do varejo, deve fazer o mesmo com o desktop”, esclarece o CEO. “Se as marcas quiserem ter sucesso, precisarão de pessoas boas dentro de casa, saber quais métricas atingir e dar a experiência adequada nos dispositivos mobile. Nossos clientes que implementaram versões mobile apresentaram um crescimento de 70% em 2015, sendo que 25% dos acessos registrados já são provenientes de smartphones.”

Por fim, outro ponto que merece atenção é a adoção de métricas qualificadas. “Por não ser presencial, o e-commerce requer que os resultados sejam acompanhados na ponta do lápis. Para isso, é preciso de planejamento e métricas que analisem em tempo real dados determinantes na empresa. Somente com boas ferramentas e bons profissionais é possível melhorar a aquisição de clientes, aumentar a retenção e costumer lifetime value e girar melhor o estoque”, comenta Gabriel Lima.

“O ideal para 2016 é que os varejistas procurem por empresas capazes de atender estas três demandas, isto é: desenhar processos e capacitar mão de obra, entregar os principais indicadores e oferecer todas as soluções de mobile e (ou) aquisição de mídia”, complementa o CEO da eNext.

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