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Comércio eletrônico deve crescer 20% até o fim do ano

alta ecommerce mundial

Pesquisa mostra um mercado mundial de varejo online bem mais amadurecido

O comércio eletrônico voltado para os consumidores comuns (B2C), vai faturar US$ 1,471 trilhão em 2014, segundo dados do eMarketer. O valor revela um crescimento de 20% em comparação com 2013. De acordo com o estudo, o amadurecimento do mercado na internet que vem acontecendo aos poucos vai fazer com que o varejo virtual desacelere ao longo do tempo. A tendência é que a média de crescimento se estabeleça em 10% ao ano.

O eMarketer considera vendas do modelo de e-commerce B2C todas aquelas que incluem produtos e serviços encomendados ou reservados pela web em qualquer tipo de dispositivo. Os resultados da América do Norte (Estados Unidos e Canadá) mostram que a região vai continuar a ser a região com maior lucro neste ano, para o comércio B2C, representando um terço dos gastos nesse tipo de transação no mundo todo.

A organização previu anteriormente que a Ásia iria superar a América do Norte em 2014. Mas, os dados de 2013 e do primeiro trimestre deste ano mostraram uma desaceleração do mercado chinês. A expectativa é de que, agora, a região se torne a principal em vendas, já em 2015, representando 33,4% do total, seguida pela América do Norte com 31,5% e da Europa Ocidental com 24,6%. As três regiões juntas somarão quase 90% do mercado mundial de comércio eletrônico.

A análise mostrou também que a América do Norte e a Europa Ocidental vão continuar crescendo, com seus números de varejo online a taxas de dois dígitos nos próximos anos. Isso representa que compradores individuais estão fazendo compras com mais frequência e gastando mais nessas transações.

Na região da Ásia, a China representa metade das vendas este ano e em 2018 a previsão é que a participação chinesa seja superior a 70%. Nessas localidades, compradores da Austrália e Japão têm um comportamento muito parecido com os de países da Europa Ocidental. Já na índia e Indonésia, considerados mercado menos maduros, há um número alto de compradores absolutos. Mas muitos são novos e as compras são mais baratas, devido à disponibilidade dos produtos ou mesmo limitações de renda.

Via E-commerce Brasil com informações Canal Tech

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