Opinião

Quando desprotegidos os dados estão, em perigo você está

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Por Alessandro Porro*

Imagine o que teria sido da Galáxia se Luke Skywalker não tivesse herdado o R2-D2 e interceptado a mensagem da princesa Leia para Obi-Wan Kenobi. E se tivesse um membro do Exército Imperial ou até mesmo o próprio Darth Vader? Luke jamais teria se tornado um Jedi e o destino da Galáxia teria sido completamente diferente. Neste ponto, os Rebeldes tiveram sorte.

O que a princesa Leia – e qualquer organização, não só os Rebeldes – deveria fazer é adotar um sistema seguro e gerenciado para a transferência de arquivos (MFT, sigla de Managed File Transfer). A proteção de dados deve ser uma prioridade cada vez maior nas organizações, à medida que mais e mais sistemas trocam e sincronizam dados com localidades remotas por meio da internet.

O imenso número de brechas de dados, descobertos apenas em 2015 (sem contar a pequena indiscrição do R2-D2), deveria servir como um alerta que ilustra as consequências de políticas, tecnologias e processos falhos de proteção de dados.

Da mesma forma, é sempre uma boa ideia contar com criptografia de ponta a ponta, o que significa que as informações estão codificadas não apenas na rede, mas em qualquer localidade enquanto estiverem em dispositivos de storage ou de transmissão de dados.

*Alessandro Porro é vice-presidente internacional de vendas da Ipswitch, desenvolvedora de softwares e produtos

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